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Nascida em 1983 , Camila Praxedes é paulistana , formada em logística e trabalha no setor de transportes .É uma pessoa simples e culta , gosta de ler e tem um  apurado gosto musical ...
A moça tem um blog , é super antenada ao que acontece ao seu redor e escreve maravilhosamente bem ...Além do que ela escreverá aqui sobre musica e cotidiano , você pode ler muito mais , sobre os mais diversos assuntos , no blog dela , no endereço :


13 de julho de 2011
 
Som bem bom
 Nos dias 11 e 12/06, o Sesc Belenzinho – São Paulo SP, nos presenteou com a única “Guitar God” feminina “Kaki King”, o que Kaki tem de tão especial? Um estilo próprio de tocar violão, técnicas que chamam a atenção por apresentar afinações e percussões diferentes, a deusa da guitarra foi nomeada a única mulher em 2006 pela revista Rolling Stone, a apresentação são instrumentais com algumas canções e encantam os amantes de cordas.
O som é uma mistura de jazz e post rock, Kaki lançou  sete álbuns, teve participações especiais em álbuns do Foo Fighters e Tegan and Sara e é uma notável artista contemporânea que se destacou por sua originalidade e talento.
Além do talento musical, possui um gosto refinado para seus cenários e vídeo clipes, propõe um ambiente alternativo cheio de surpresas boas, esperamos ouvir mais Kaki King por aí...

 Camila Praxedes










06 de junho de 2011

Forrest Gump com outros ouvidos...
Hoje eu revi um grande sucesso do cinema, um clássico com seis premiações pela academia, um filme que com certeza muitos dos que estão lendo o texto já viram, é o norte americano “Forrest Gump: O Contador de Histórias (1994)”, mais uma vez chamo atenção de vocês para a trilha sonora oferecida que transforma as cenas, dão emoções, misturam sentimentos e fazem do filme um filme perfeito.
Em sua narrativa Forrest Gump (interpretado por Tom Hanks), nos faz viajar por importantes marcos da história, desde a inserção do negro em universidades americanas, como o atentado ao ex governador do Alabama Walace, personalidades tais John Kennedy, John Lennon, Lyndon Johonson e até o presidente famoso pelo caso Watergate Richard Nixon...
Em cada momento, em cada pessoa, em cada celebridade, em cada evento, uma nova música surge e faz com que nós compreendamos melhor a cena.
A trilha merece destaque é uma lição de Classic Rock, e é difícil não encontrar alguma música que não nos identifiquemos, das dançantes ao mais leves rock deixo-vos e recomendo vejam o filme com outros ouvidos.

Trilha sonora:

Música: Turn! Turn! Turn! (to Everything There Is A Season)

Disco 1
1. Hound Dog – Elvis Presley
2. Rebel Rouser – Duane Eddy
3. But I Do (I Don’t Know Why) – Clarence Henry
4. Walk Right In – The Rooftop Singers
5. Land Of 1000 Dances – Wilson Pickett
6. Blowin’ In The Wind – Joan Baez
7. Fortunate Son – Creedence Clearwater Revival
8. I Can’t Help Myself (Sugar Pie Honey Bunch) – Four Tops
9. Respect – Aretha Franklin
10. Rainy Day Women #12 & 35 – Bob Dylan
11. Sloop John B – The Beach Boys
12. California Dreamin’ – Mamas & The Papas
13. For What It’s Worth – Buffalo Springfield
14. What The World Needs Now Is Love – Jackie DeShannon
15. Break On Through (To The Other Side) – Doors
16. Mrs. Robinson – Simon & Garfunkel
Disco 2
1. Volunteers – Jefferson Airplane
2. Let’s Get Together – The Youngbloods
3. San Francisco (Be Sure To Wear Some Flowers In Your Hair) – Scott McKenzie
4. Turn! Turn! Turn! (To Everything There Is A Season) – The Byrds
5. Aquarius/Let The Sunshine In – The Fifth Dimension
6. Everybody’s Talkin’ – Harry Nilsson
7. Joy To The World – Three Dog Night
8. Stoned Love – Supremes
9. Raindrops Keep Falling On My Head – B.J. Thomas
10. Mr. President (Have Pity On The Working Man) – Randy Newman
11. Sweet Home Alabama – Lynyrd Skynyrd
12. It Keeps You Runnin’ – Doobie Brothers
13. I’ve Got To Use My Imagination – Gladys Knight/The Pips
14. On The Road Again – Willie Nelson
15. Against The Wind – Bob Seger
16.
Forrest Gump Suite – Alan Silvestri
Faixas que aparecem no filme porém não estão nos CD’s:
Where Have All the Flowers Gone? – Pete Seeger
Love Her Madly – The Doors
Soul Kitchen – The Doors
Voodoo Child (Slight Return) – The Jimi Hendrix Experience
Hello, I Love You – The Doors
People Are Strange – The Doors
Free Bird – Lynyrd Skynyrd
All Along the Watchtower – The Jimi Hendrix Experience
Running On Empty – Jackson Browne
Hey Joe – The Jimi Hendrix Experience
Get Down Tonight – KC & The Sunshine Band
Let’s Work Together – Canned Heat
Tie a Yellow Ribbon Round the Ole Oak Tree – Tony Orlando & Dawn
Hanky Panky – Tommy James and The Shondells
Go Your Own Way – Fleetwood Mac

Camila Praxedes











30 de maio de 2011



O segredo de Arnaldo Antunes


Em dois de setembro de 1960, nasce o poeta, compositor, o cantor dono de uma voz grave e inigualável, “Arnaldo Antunes”.
Na década de 80, ele ingressa na banda Titãs, é preso por tráfico de entorpecentes, já na década seguinte em 92 vai seguir carreira solo e desliga-se  da banda, mas não totalmente ainda mantém contato e contribui com as músicas e o progresso dos Titãs.
Participou de um projeto, com cara de tropicália, “Os Tribalistas” aonde renderam números razoáveis de venda no Brasil e na Europa além de grandes premiações.
Outro projeto de destaque foi o álbum pequeno cidadão, famoso pela definição “Música psicodélica para crianças”, chamou atenção por abordar temas de sacrifício humano tais quais largar a xupeta.

E qual é o segredo de Arnaldo?

Inovação, linguagem, falta de identidade...
Ele é peculiar, ganha fácil corações por causa de singularidade de suas composições, sujeito que lê e não gosta é porque não entende, posso até aceitar que escute e não goste, mas letras tão elaboradas, inteligentes, merecem atenção, textos, poesias, cenário de Arnaldo são únicos, é um dos poucos artista que amadureceram sabiamente, sempre nos surpreende com sua maneira irreverente, com sua ousadia, é um artista inconformado sempre em busca de inovações, inquieto, insatisfeito, ele ultrapassa e nos coloca no mesmo ritmo.
Essa inquietude assusta, porque ele não tem limites está sempre pronto a nos surpreender, por sua criatividade e inteligência, ao talentosíssimo Arnaldo Antunes dedico essas linhas aqui na coluna, e recomendo a você: “Corra e vai conhecer a obra de Antunes”.


Alta Noite

Composição: Arnaldo Antunes
Alta noite já se ia,
ninguém na estrada andava.
no caminho que ninguém caminha,
alta noite já se ia,
ninguém com os pés na água.
nenhuma pessoa sozinha
ia, nenhuma pessoa vinha.
nem a manhãzinha,
nem a madrugada,
alta noite já se ia,
ninguém na estrada andava.
no caminho que ninguém caminha,
alta noite já se ia,
ninguém com os pés na água.
nenhuma pessoa sozinha
ia, nenhuma pessoa vinha.
nem a estrela guia,
nem a estrela d'alva,
alta noite já se ia, ninguém na estrada andava.
no caminho que ninguém caminha,
alta noite já se ia,
ninguém com os pés na água.




Camila Praxedes.










09 de maio de 2011


"A flauta é um instrumento de metal pesado.”

Ian Anderson líder da bem sucedida Jethro Tull, volta a São Paulo SP, para única apresentação no próximo 14/05. Um som mais acústico do bom e velho progressivo, o instrumento de metal pesado “a flauta”, volta a tocar no Brasil, junto com gaita, violão, mandolin, guitarra e muito mais muito vocal.
Jethro Tull banda que inovou o Folk e lembra música clássica celta, é uma das grandes bandas que sobreviveram a uma carreira sólida e feliz ao longo de um pouco mais de 40 anos, quem ouve identifica rápido “Aqualung”, “Locomotive Breath”, “Living In The Past” e muitos outros, quem não conhece Jethro Tull não pode dizer que gosta do estilo progressivo clássico deliciem-se ao som dos 20 e poucos álbuns da banda.
Em 1988, a banda esteve no Brasil pela primeira vez e fidelizou gerações que com certeza irão voltar para ouvir o som ao vivo, até porque o Sr Anderson, prometeu som novo especialmente para essa turnê.
Jethro Tull, é dona de grandes letras, vocal e flauta completam, aos privilegiados que irão apreciar o evento, aproveitem.
E a você que não conhece se junte ao grande público, são mais de 60 milhões de vendas em todo mundo som bem bom como costumo dizer.
Que venha Ian Anderson um dos poucos shows desse ano que se vale a pena investir...

Bons Sons!

Camila Praxedes











20 de abril de 2011

Aniversário em grande estilo, viva aos 50!
Estamos ou não com sorte, galera a notícia me deixou empolgada, quem se lembra de uma banda dos anos 60, comportadinha de rapazes afinadinhos e bem vestidos não é a lendária “The Beatles”, trata-se de “THE ZOMBIES”, autora de sucessos como Time of the season e She’s not there.
Os britânicos que continuam em forma pretendem lançar um álbum para comemorar uns 50 aninhos de banda, com direito a apresentações em Londres (Maio 2011), sim o vocalista original Colin Blunstone ainda cantará e encantará...
Infelizmente o The Zombies, ficou em atividade por menos de uma década, eu tive o prazer de ouvir desde minha infância um dos álbuns mais badalados da década de 60, Odessey and  Oracle – The Zombies, confesso estou muito curiosa para ouvir o que vem por aí, afinal The Zombies é conhecida pelos arranjos inovadores da época pela sincronia do vocal diferentérrimo.
A banda não é tão conhecida, acredito que o público é bastante restrito, mas a gravadora aposta na idéia, quem conhece também esperamos que o grupo tenha o merecido reconhecimento pelo seu trabalho que só foi descoberto após o quase fim da banda.
            Resta saber se o cinqüentenário, será no mesmo estilo cult, em breve poderemos ouvir e comentar, o bom que a informação de que a banda quer apagar as velinhas, me fez voltar a ouvir e recomendar...

Bons sons nação roqueira!

Sobre a banda:
Foto do album mais expressivo da curta carreira

Músicas do álbum:

02. "A Rose for Emily"
03. "Maybe After He's Gone"
04. "Beechwood Park"
05. "Brief Candles" 
06. "Hung Up on a Dream"
07. "Changes"
08. "I Want Her, She Wants Me"
09. "This Will Be Our Year" 
10.
"Butcher's Tale (Western Front 1914)"
11. "Friends of Mine"
13. "I'll Call You Mine (Stereo Mix No. 1)"
14. "Imagine the Swan (Stereo Mix No. 1)"
15. "Conversation Off Floral Street"
16. "If It Don't Work Out (Overdubbed)"
17. "Don't Cry for Me (Overdubbed)"
18. "Smokey Day"
19. "She Loves the Way They Love Her"
20. "Time of the Season (UK Mono Mix)"
21. "I'll Call You Mine (Overdubbed)"
22.
"Imagine The Swan (Stereo Mix 2)"

 
Camila Praxedes









03 de abril de 2011

É tão estranho os bons morrem antes...

Se estivesse vivo o ex líder da banda “Legião Urbana”, completaria nesse domingo 27 de março 51 anos.
Embora haja críticas, na minha toda minha opinião, Renato Russo é o mais importante compósito do rock nacional, e se você duvida, junte seu trabalho Aborto Elétrico (1978), Legião Urbana (1982) e todos os outros trabalhos solos e independentes, parcerias, ele é um ícone, suas letras, sua expressividade e voz marcante que renderam em vida cerca de 20 milhões de vendas.
Na mostra de Cinema Brasília, houve uma exibição um curta sobre o rock de Brasília, com expressivo destaque ao cantor, quem acompanhou sua carreira consegue entender o que quero dizer, primeiro Renato funda o então Aborto Elétrico, se torna jornalista, tradutor, depois a Legião Urbana (a banda que muitos fãs trataram ele como um Deus), nesse período Renato adota uma criança, assume sua homossexualidade, afirma ser soro positivo na fase da chegado do então coquetel, reascende a discussão da eutanásia, canta em italiano e em inglês, sela sua carreira com o álbum “A Tempestade”, isso tudo em apenas 36 anos de vida.
O que mais me impressiona, é que não consigo lembrar outra pessoa (isso atualmente) que tenha influenciado tanto as atuais gerações, que tenham se eternizado em hinos de protestos, formaturas, homenagens, em todo e qualquer lugar se conhece o Sr Russo.

Eis Redação Escolar de Renato Manfredini aos 15 anos de idade...

“Casa Velha em Ruínas”

Da distância em que estávamos,só era possível distinguir dentre o verde pedaços soltos de telhas já amarelas que,pareciam flutuar sobre a vegetação que cercava a casa.
  Com dificuldade tentamos nos aproximar mais alguns metros, mas as plantas daninhas que ali moravam pareciam ter vida própria e uma vontade de aprisionar com seus galhos e folhas tudo que se aproximasse delas.
   Tentamos a foice. E a luta foi lenta e árdua,o verde resistindo aos golpes que cortavam sua vida,mas conseguimos.
   Não havia mas porta : apenas uma placa de madeira inclinada na parede onde estava talhado o nome daquele engenho.
    Quase não havia parede, só tijolos que ainda sobreviviam mas que,como o resto , logo virariam pó.
    A escuridão nos impedia de continuar. Tivemos de quebrar as telhas que ainda estavam pendurada no alto,para que fosse possível a entrada da luz do sol que não brilharia por mais tempo.
   No chão de madeira,as ervas já começavam a surgir,não havia móveis ou qualquer objeto que indicasse que havia gente morando naquela casa no passado.
   Nem animais,só o verde , intruso e vitorioso.
   Em um dos quartos encontramos livros jogados no chão, uma cadeira, uma mesa e um copo de vidro quebrado. E também um retrato torto,pendurado na parede torta,cheirando a morfo e a pó, a única indicação do passado daquela casa.
   O resto eram ruínas que, por contradição ,não lembravam o passado e sim a dedadência atual.
   Começou a escurecer e tivemos de voltar, e o verde silêncioso surgiu em sua marcha lenta, para cima e para os lados,até fazer o velho engenho morto submergir de vez.

Fonte da Redação :

Camila Praxedes












23 de março de 2011
Glan Rock, que troço é esse? The Darkness de volta!

Era pegadinha quando o vocalista do The  Darkness Mister Justin Hawkins (sim aquele cara dos gritinhos), anunciou o fim da banda The Darkness os caras estão de volta para a gravação do terceiro álbum, e tem participação confirmada no festival Download em 10 de junho na Inglaterra.
Enfim os caras deram um tempo, depois de enxerem o saco com a divertida ópera rock, se envolverem com escândalos nos jornais por causa de drogas e de faturarem uma boa grana em 2003/2004 quando lideravam na Europa.
            Interessante como a banda volta do zero e já vai logo tocar em festival grande... Mas está valendo, apesar de conhecer pouco o som espero que o novo álbum seja original e bacana de se ouvir já que infelizmente o que vem surgindo de uns anos para cá não tem compensado muito o meu tempo, e sim tenho um enorme preconceito com som novo, portanto só me peça para ouvir se for bom mesmo!
            Se a galera da banda pudesse saber minha opinião diria que são malucos em quererem voltar, mas que ao mesmo tempo o mundo anda mal de ouvido porque tem escutado bastante coisa ruim e deixando uns caras aí milionários... Mas mesmo assim desejaria boa sorte, e que irmão na mesma banda é complicado, portanto se comportem família Hawkins.
            Que os caras caprichem no figurino, nos agudos e no grande hit “I Believe In A Thing Called Love”.
Camila Praxedes










12 de março de 2011
O toque feminino no Rock


Dia da mulherada e lógico que eu não ia falar sobre outro assunto, o toque feminino do rock e la vamos:

                               Janis Joplin:


A pequena, mas grande mulher pioneira chegou ao final da década de 60 com seu estilo hippie com voz que ultrapassa caixas de som e imortaliza sua voz, que é sem inigualável e única... Janis nossa querida!







                                   Suzi Quatro
Contagiante voz “The wild one”, me empolga…
Som mais pesado, ela e seu contra baixo, marcaram época.







                    Meninas do GO-G0s
Elas eram ótimas, muito longe dos grupos pops de meninas de hoje em dia. 








                                          Rita Lee
A voz da titia Rita é ótima, amo a fase Mutantes dela, ela escreve um monte de bobeira no Twitter (mas está valendo), e é hiper animada em um show, além é claro de ser a única que eu perdoei em adaptar músicas The Beatles para o Português








                             Fernanda Takai
Ainda no Brasil, Fernanda Takai (Pato Fu), menina de voz doce e linda, além é claro de textos execelentes, fazer trilhas para a TV cultura, consegue ser criativa e ainda canta em japonês... 






                                            Doro Pesch
La na Alemanha também tem rock para acompanhar a boa cerveja...











                                    Meninas L7
A California nunca mais foi a mesma depois do som das garotas hiper rock da banda L7, o som é ótimo, me lembra minha fase adolescente, queria ser uma L7.... 






                                  Dolores Riordan
                                                           Linda Dolores, irlandesa que assumiu o vocal do The Cranberries, voz que ganhou notoridade, assim como Janis, a voz de Dolores é diferente é única.









                           Alanis Morrisette
Bom som, letras inteligentes, agressiva, pacifista Alanis tem inúmeros ingredientes e representa bem as mulheres.







                                   Chrissie Hynde
The Pretenders e sua Chrissie, mulher elegante, a dona da franja...











                                   Cassia Eller
Quando ouvi Cássia Eller pela primeira vez tinha eu lá alguns poucos anos foi ao vivo, e pensei “que desbocada”, mas adorei o som tanto que escuto até hoje.









                                  Kate Pierson
A nossa Candy, com cabelos bufantes, roupas coloridas e suas danças a  “candy” estilo próprio querida Kate.










                                         Cindy Wilson
Também integrante da banda The B-52s, bem humorada, dança canta e ecanta...










                            Amanda Palmer
A expressiva Amanda Palmer, tem dons magníficos de assusta ou de acalmar nossos ouvidos.







                                          Ana Cañs
Ganhou respeito depois de ter declarado que “Rock foi a última coisa que ela aprendeu a gostar”, afinal rock é estudo.










Essas aqui são apenas uma mostra do que a mulherada faz, quando o assunto é rock, som na caixa meninas e Parabéns mulheres rock’n roll !
Camila Praxedes.












22 de fevereiro de 2011





Eis The Dresden Dolls


Descobri um som bem bom, há mais ou menos um ano e que voltei a ouvir recentemente, The Dresden Dolls, os músicos hiper expressivos e talentosos “os lindos” como costumo chamar Amanda Palmer que canta e toca piano, e Brian Viglione o Sr bateria, guitarra e vocal.
A banda de Boston é uma espécie de punk brecthiano, que me chamou atenção justamente pela interpretação de suas músicas e de sons que me lembram tanto contos de fada como contos de bruxas malvadas, Amanda Palmer tem um vocal pernicioso a ocasião, o som é tão bacana que você ouve uma vez e entende que ninguém fez igual, é original desses dois aí...
Gosto desse lance de artistas que dramatizam suas músicas, sim sou influenciada pelo teatro e considero talentosíssimo quem canta e interpreta ambos sem esforço, ou apelação.
O estilo alternativo de música desses dois “lindos”, é encantador pelas surpresas que cada música traz, é um território a explorar, o myspace da dupla fica aqui registrado e recomendadíssimo:
Surpreendam-se, fiquem de boca aberta, com tamanho som e se não estiverem contentes bora ver vídeo no youtube.

Bons sons!
Camila Praxedes











13 de fevereiro de 2011:

Papai vamos pensar na minha aposentadoria?

O plano de previdência é mais ou menos assim, tenho 25 anos, eu junto minha juventude mais o seu nome e chamo atenção da imprensa, aí misturo um pouco de barulho e crio algo meio punk rock, a galera atual vai gostar da idéia e pronto, posso pensar em meus anos de glória com muitas viagens, bom nome no mercado o que vai me render alguma grana para a minha vida de paz, sucesso e grana.


Gente eu acho sensacional, como profissões de sucesso de papais são continuadas pela posteridade, o advogado fulano é filho do também advogado beltrano, o oftalmologista da minha amiga trabalha com o grande oftalmologista de renome internacional, pai dele hein...
            E na música não ia ser diferente, advinha quem estará em São Paulo SP no próximo dia 18/02, em uma apresentação hiper esperada?
            Ninguém mais ninguém menos do que o filho de um lendário do rock in rool, Jimmy Jagger o filho de Mick Jagger, eu não sabia que o bendito tinha uma banda de punk rock até descobrir que ele e sua banda pretendem se apresentar no festival Popload Gig/No Mondays, também não iria nunca parar para ouvir o som da banda (já que não me agrada muito o desregrado punk rock), se o rapaz não fosse filho do bendito.
            Bem a banda se chama Turbogeist, algo mais voltado ao punk e hardcore, o que o moço de 25 anos faz na banda? O Sr Jagger é vocalista, a banda pelo visto logo aparece no mercado musical, ainda esse semestre pretende lançar o primeiro álbum mais precisamente no final de março o nome do single dos garotos já tem nome próprio “Alien Girl”, do mais não sei muita coisa, vamos ver se a banda atende aos requisitos de banda bacana, já que infelizmente há tempos não consigo descobrir alguma.
            Aos curiosos de plantão que quiserem ouvir o som da banda acesse o my space dos meninos: http://www.myspace.com/turbogeist

Então é isso aí, preciso ir tenho que regar uma planta...

Camila Praxedes









29 de janeiro de 2011 :


            " Nação roqueira esse é meu texto de estréia por aqui, bem primeiramente preparem-se para as batidas de Camila sou movida a som alto e som bom eu diria, mas que muitas vezes podem soar e não agradar a todos, ou fazer vocês se identificarem... Enfim estou por aqui com meu humor harmonioso com a temperatura local.

O primeiro texto une dois assuntos que eu sou extremamente apaixonada, cinema e música, em dezembro me deparei em um cinema desses com boa acústica para assistir um filme de animação, e sabe o que eu mais gostei no filme? A “trilha sonora”, como é incrível como as cenas tinham um paralelo com as músicas que foram temas...
O filme se chama “Megamente”, para aqueles que viram o filme e gostam de música irão entender bem o que eu quero dizer, a trilha reúne clássicos invencíveis aí incluo as músicas que eu gosto, e clássicos vencíveis deixo para aquelas bandas que não escuto, mas sim mereciam estar ali, naquele filme, naquelas cenas, trilha perfeita.


            Começamos com Bad To The Bone - George Thorogood & The Destroyers, o filme começa com essa música, que eu não ouvia há tempos, não me lembrava do “B-B-B-B-Bad to the boné”, mas enfim origem da música, junto com letra e ritmo ficou tudo muito bom, Mister Elvis remixado A Little Less Conversation - Elvis Presley, todo filme tem uma pitada de romance Roxanne  Love’s Theme ficou sensacional, entradas triunfais com AC/DC – Higway to Hell, o mestre das trevas como costumam chamar canta para  o vilão do filme, com vocês Sr Ozzy Osbourne com Crazy Train, mas dias felizes também estão por lá com direito a céu azul “Eletric Light Orchestra – Mr. Blue Sky, mais AC/DC para testar as caixas de som dessa vez com um hiper clássico, eu cheguei a ouvir pessoas cantando AC/DC - Black in Black, performances interessantes ao som de Michael Jackson-Bad, quem me conhece sabe que eu não curto muito Guns N’Roses, mas até que no filme foi simpático ouvir Welcome to the jungle, por um instante eu curti a idéia, sabe aquele som esquisito do Teddybears-Cobrastyle , aquele com o uuuuu... ajudou no  figurino do filme, momentos reflexivos com Gilbert O’Sullivan- Alone Again (Naturally), e o bom que não foi com aqueles PPS que a gente costuma receber com frases de amizades eternas emocionantes... Sabe a Tetê Espindola? Era para ser dela o momento lalala... Minnie Riperton – Lovin’ You, Deus meu é tanto gemido para uma música só... Ressuscitemos a trilha com o Queen – Mr Bad Guy, patinhos feios vocês não são os únicos Crying in the rain – AHA, e tantos outros clássicos dignos para o roteiro apresentado.
Bem faz tempo que filmes de animação deixaram de ser filmes infantis e eu sei que a garotada mais velhinha vai sim ver um filme como “Megamente”, a trilha sonora é de gente grande que curte clássicos do rock com algumas música fora do contexto para dar humor e sensibilidade em algumas cenas, o filme não é dos melhores, mas a trilha é bacanérrima, meninas vejam a versão original em inglês o bonitão do Brad Pitt é quem dubla o Sr Megamente...
É assim com tantos outros filmes que possuem uma trilha bacanérrima, Tarantino expressou-se muito bem em Pulp Fiction com grandes clássicos, a trilhas sonoras são importantíssimas tem até categoria no Oscar, bem antes de compor uma música para algum filme ou ceder os direitos a negociação da música envolve muito mais do que prestigio e grana, envolve o sucesso de uma cena, no caso de Megamente o melhor do filme é a trilha que envolve as cenas e faz com que nós nos identifiquemos com o personagem principal, que na verdade não são 100% bom ou 100% ruim, vale a pena apreciar o filme, se você quiser ouvir somente a trilha também está perdoado.
Até a próxima, beijo, abraço e aperto de mão!"

Camila Praxedes


O toque feminino no Rock


Dia da mulherada e lógico que eu não ia falar sobre outro assunto, o toque feminino do rock e la vamos:

                                       Janis Joplin:
A pequena, mas grande mulher pioneira chegou ao final da década de 60 com seu estilo hippie com voz que ultrapassa caixas de som e imortaliza sua voz, que é sem inigualável e única... Janis nossa querida!

É tão estranho os bons morrem antes...

Se estivesse vivo o ex líder da banda “Legião Urbana”, completaria nesse domingo 27 de março 51 anos.
Embora haja críticas, na minha opinião, Renato Russo é o mais importante compositor do rock nacional, e se você duvida, junte seu trabalho : Aborto Elétrico (1978), Legião Urbana (1982) e todos os outros trabalhos solos e independentes, parcerias, ele é um ícone, suas letras, sua expressividade e voz marcante que renderam em vida cerca de 20 milhões de vendas.
Na mostra de Cinema Brasília, houve uma exibição um curta sobre o rock de Brasília, com expressivo destaque ao cantor, quem acompanhou sua carreira consegue entender o que quero dizer, primeiro Renato funda o então Aborto Elétrico, se torna jornalista, tradutor, depois a Legião Urbana (a banda que muitos fãs trataram ele como um Deus), nesse período Renato adota uma criança, assume sua homossexualidade, afirma ser soro positivo na fase da chegado do então coquetel, reascende a discussão da eutanásia, canta em italiano e em inglês, sela sua carreira com o álbum “A Tempestade”, isso tudo em apenas 36 anos de vida.
O que mais me impressiona, é que não consigo lembrar outra pessoa (isso atualmente) que tenha influenciado tanto as atuais gerações, que tenham se eternizado em hinos de protestos, formaturas, homenagens, em todo e qualquer lugar se conhece o Sr Russo.

Eis Redação Escolar de Renato Manfredini aos 15 anos de idade...

“Casa Velha em Ruínas”

Da distância em que estávamos,só era possível distinguir dentre o verde pedaços soltos de telhas já amarelas que,pareciam flutuar sobre a vegetação que cercava a casa.
  Com dificuldade tentamos nos aproximar mais alguns metros, mas as plantas daninhas que ali moravam pareciam ter vida própria e uma vontade de aprisionar com seus galhos e folhas tudo que se aproximasse delas.
   Tentamos a foice. E a luta foi lenta e árdua,o verde resistindo aos golpes que cortavam sua vida,mas conseguimos.
   Não havia mais porta : apenas uma placa de madeira inclinada na parede onde estava talhado o nome daquele engenho.
    Quase não havia parede, só tijolos que ainda sobreviviam mas que,como o resto , logo virariam pó.
    A escuridão nos impedia de continuar. Tivemos de quebrar as telhas que ainda estavam pendurada no alto,para que fosse possível a entrada da luz do sol que não brilharia por mais tempo.
   No chão de madeira,as ervas já começavam a surgir,não havia móveis ou qualquer objeto que indicasse que havia gente morando naquela casa no passado.
   Nem animais,só o verde , intruso e vitorioso.
   Em um dos quartos encontramos livros jogados no chão, uma cadeira, uma mesa e um copo de vidro quebrado. E também um retrato torto,pendurado na parede torta,cheirando a morfo e a pó, a única indicação do passado daquela casa.
   O resto eram ruínas que, por contradição ,não lembravam o passado e sim a dedadência atual.
   Começou a escurecer e tivemos de voltar, e o verde silêncioso surgiu em sua marcha lenta, para cima e para os lados,até fazer o velho engenho morto submergir de vez.

                                                                  Camila Praxedes

Aniversário em grande estilo, viva aos 50!

Estamos ou não com sorte, galera a notícia me deixou empolgada, quem se lembra de uma banda dos anos 60, comportadinha de rapazes afinadinhos e bem vestidos não é a lendária “The Beatles”, trata-se de “THE ZOMBIES”, autora de sucessos como Time of the season e She’s not there.
Os britânicos que continuam em forma pretendem lançar um álbum para comemorar uns 50 aninhos de banda, com direito a apresentações em Londres (Maio 2011), sim o vocalista original Colin Blunstone ainda cantará e encantará...
Infelizmente o The Zombies, ficou em atividade por menos de uma década, eu tive o prazer de ouvir desde minha infância um dos álbuns mais badalados da década de 60, Odessey and  Oracle – The Zombies, confesso estou muito curiosa para ouvir o que vem por aí, afinal The Zombies é conhecida pelos arranjos inovadores da época pela sincronia do vocal diferentérrimo.
A banda não é tão conhecida, acredito que o público é bastante restrito, mas a gravadora aposta na idéia, quem conhece também esperamos que o grupo tenha o merecido reconhecimento pelo seu trabalho que só foi descoberto após o quase fim da banda.
            Resta saber se o cinqüentenário, será no mesmo estilo cult, em breve poderemos ouvir e comentar, o bom que a informação de que a banda quer apagar as velinhas, me fez voltar a ouvir e recomendar...

Bons sons nação roqueira!
Foto do album mais expressivo da curta carreira

Músicas do álbum:

02. "A Rose for Emily"
03. "Maybe After He's Gone"
04. "Beechwood Park"
05. "Brief Candles" 
06. "Hung Up on a Dream"
07. "Changes"
08. "I Want Her, She Wants Me"

09. "This Will Be Our Year" 
10.
"Butcher's Tale (Western Front 1914)"
11. "Friends of Mine"